21Agosto2018

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Gesto polêmico marca chegada de Bolsonaro ao Espírito Santo

Com uma garotinha capixaba no colo Bolsonaro repetiu o gesto, ao fazer com as mãos o sinal de uma arma

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Pré-candidato a presidência da república pelo PSL, Jair Bolsonaro chegou ao Espírito Santo pontualmente às 18h desta terça-feira (31), como informado pela organização da vinda do deputado federal pelo Rio de Janeiro. Cerca de 300 pessoas acompanharam a chegada de Bolsonaro a Vitória.


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O pré-candidato foi carregado por simpatizantes do avião ao mini-trio estacionado em frente ao aeroporto. De lá, fez um discurso rápido dizendo ser o candidato do "povão", do trabalhador e da trabalhadora.

Também discursaram o senador Magno Malta (PR), que teve uma candidatura a vice de Bolsonaro especulada, e o deputado federal e presidente estadual do PSL Carlos Manato.

Entre fotos, autógrafos e selfies, Bolsonaro repetiu com uma garotinha capixaba o gesto que anteriormente causou polêmica, ao fazer com as mãos o sinal de uma arma.

Por volta de 18h40 o mini-trio com Jair Bolsonaro partiu para Clube Álvares Cabral, onde o deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato a presidência pelo PSL e aliados discursaram por mais de uma hora.

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No Espírito Santo, Bolsonaro seguiu o roteiro com o qual está habituado, usando como exemplo o Estado de Israel e criticando a decisão da procuradora-geral da República Raquel Dodge contra o voto impresso, na fala do pré-candidato: "ouso dizer que com o voto impresso liquidaríamos a fatura no primeiro turno".

Por outro lado, o político buscou amenizar declarações que o estigmatizam como homofóbico, racista, machista e misógino, culpando "eles", sem apontar um interlocutor específico, que "querem jogar uns contra os outros". Ao mesmo tempo, o pré-candidato reafirma posições contra o que aborda como "ideologia de gênero nas escolas".

Entre críticas à urna eletrônica, Bolsonaro também apontou a necessidade do acesso à ciência e tecnologia para qualificação do jovem brasileiro.

Quando o senador Magno Malta (PR) se empolgou no discurso no Álvares Cabral, pediu a Bolsonaro que trouxesse de volta o Fundap. Bolsonaro disse que o faria em homenagem ao general Ernesto Geisel - presidente militar que instituiu o fundo de incentivo à exportação. No entanto, durante a entrevista coletiva que se sucedeu ao evento, o pré-candidato disse que não poderia discorrer sobre o assunto para não caracterizar propaganda antecipada.

Ele também defendeu a criação de escolas militares, e disse que "onde não tem um colégio militar, o terá até o final do segundo ano", referindo-se a um possível mandato dele.

No discurso, Jair Bolsonaro também teceu críticas ao debate sobre identidade de gênero nas escolas. "Chega de filme de sacanagem nas escolas em nome da diversidade", disparou. Ele disse ter em mente a possibilidade de colocar um militar à frente do Ministério da Educação.

Redação Portal Linhares Em Dia


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