19Maio2019

NOTÍCIAS POLÍCIA Um ano após o crime, caso Kauã e Joaquim ainda não foi julgado

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Um ano após o crime, caso Kauã e Joaquim ainda não foi julgado

O crime está sob a responsabilidade do juiz André Bijos Dadalto

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Neste domingo, dia 21 de abril, o crime que vitimou os irmãos Kauã Butkovsky, 6, e Joaquim Sales, 3, em Linhares, completa um ano. Passado esse tempo, o caso ainda segue sem sentença. O crime está sob a responsabilidade do juiz André Bijos Dadalto.

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De acordo com o advogado da família, Siderson Vitorino, todas as considerações finais já foram apresentadas e os familiares aguardam a sentença para saber se os acusados, Geogerval Alves e Juliana Sales, pais das crianças, vão ou não a júri popular.

“Esse processo já esgotou toda a fase primária do tribunal do júri, porque as ações aceitas são dívidas em duas fases: a parte de conhecimento e o julgamento do processo. No primeiro momento, o promotor ofertou a denúncia, o juiz aceitou e houve as oitivas das testemunhas do Ministério Público. Na sequência, as testemunhas dos réus e da acusação foram ouvidas. Logo em seguida houve o interrogatório dos dois acusados. Depois disso, o juiz abriu prazo para alegações finais do Ministério Público, do assistente de acusação e da defesa, que terminou dia 4 de abril”, explicou.

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De acordo com o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), o processo está sendo analisado pelo juiz André Dadalto, que deverá definir se Georgeval e Juliana passarão por júri popular. Georgeval foi preso no dia 28 de abril de 2018, sete dias após o crime. Após análise do Ministério Público, Juliana também foi presa, mas foi posta em liberdade no último dia 30 de janeiro.

Relembre - clique para ver matérias do caso

Os irmãos Kauã e Joaquim morreram carbonizados, durante um incêndio na casa em que moravam, no centro de Linhares, no dia 21 de abril de 2018. Na ocasião, Juliana estava viajando e Georgeval estava sozinho em casa com o filho e o enteado. No início, as mortes foram tratadas como um incidente, porém após reviravoltas no caso e investigações da Polícia Civil, Georgeval foi apontado como o autor do crime. De acordo com inquérito policial, ele agrediu e violentou as crianças e em seguida ateou fogo no quarto em que os meninos dormiam, para 'apagar' as provas do estupro e das agressões.

Redação Portal Linhares Em Dia


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