17Agosto2019

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Espírito Santo não teve casos de sarampo confirmados este ano, aponta Sesa

Dos 1.045 casos confirmados até o dia 27 de julho, 93,97% residem na região Sudeste

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou este ano, até o último domingo (4), um total de 64 notificações de casos suspeitos de sarampo. Desses, 62 casos foram descartados e dois seguem em investigação. A única forma de bloquear qualquer possibilidade de expansão do sarampo é por meio da vacinação.

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No Brasil, de acordo com dados do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, apenas este ano, dos 1.045 casos confirmados até o dia 27 de julho, 93,97% residem na região Sudeste, sendo a maioria dos casos (965) no estado de São Paulo. No Rio de Janeiro foram confirmados 13 casos de sarampo, e em Minas Gerais, quatro pessoas foram confirmadas com a doença.

Segundo a coordenadora do Programa, Danielle Grillo, o Espírito Santo está em alerta para a possível entrada da doença no Estado, por isso ela destaca sobre a importância da vacinação. “É uma recomendação do Ministério da Saúde, diante do atual cenário epidemiológico, para reduzir o risco de circulação do vírus da doença e uma maneira, também, de aumentar a proteção contra a possibilidade de ocorrência de casos dentro do Espírito Santo”, explicou.

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A doença

O sarampo é doença viral de elevada contagiosidade, cuja a transmissão ocorre por meio de secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar e falar. Casos graves podem levar ao óbito.

Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias.

Esquema vacinal

Deve ser aplicada uma dose de vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e uma dose de vacina tetra viral aos 15 meses de idade. Os indivíduos de 1 a 29 anos devem ter duas doses de vacina com os componentes sarampo, caxumba e rubéola. Para aqueles de 30 a 49 anos, uma dose é o suficiente.

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Os trabalhadores da Saúde devem ter duas doses da vacina tríplice viral, independente da idade.

Redação Portal Linhares Em Dia


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